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GERAL Inusitado

Homem processado pela ex por ter pênis pequeno diz ser apelidado na cidade de "Toninho Anaconda"

A advogada pleiteia agora a anulação do casamento e uma indenização de R$ 200 mil pelos dois anos de namoro e 11 meses de casamento.

11/09/2021 às 14h59
Por: Redação Fonte: VisorNoticías
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Imagem: Ilustrativa
Imagem: Ilustrativa
O homem, processado pela ex-esposa, que é advogada, por insignificância peniana, por ter 8 centímetros de pênis, tem enfrentando prejuízos na cidade onde mora, segundo relatou na Justiça. Morador de Porto Grande, no Amapá, ele conta que agora ficou conhecido na região como Toninho Anaconda, e afirma que a repercussão do caso gerou problemas “para sua honra e também quer reparação na justiça por ter tido sua intimidade revelada publicamente”, diz. A identidade do homem não foi revelada pelos portais de notícias do Amapá.O processo
Insignificância peniana. Foi por esse motivo que um comerciante de 53 anos foi processado pela advogada de 26 anos e ex-esposa. A questão inusitada na jurisprudência nacional, foi registrada em Porto Grande, no Amapá. Embora seja inédito no Brasil, os processos por insignificância peniana são bastante frequentes nos Estados Unidos e Canadá.
Isso é caracterizado por pênis que em estado de ereção não atingem oito centímetros. A literatura médica afirma que está reduzida envergadura inibe drasticamente a libido feminina, interferindo de forma impactante na construção do desejo sexual.
O casal viveu por dois anos uma relação de namoro e noivado, e durante este tempo não desenvolveu relacionamento sexual de nenhuma espécie em função da convicção religiosa. Hoje o acusa de ter usado a motivação religiosa para esconder seu problema crônico. Em depoimento à imprensa, a denunciante disse que “se eu tivesse visto antes o tamanho do ‘problema’ eu jamais teria me casado com um impotente”.
A legislação brasileira considera erro essencial sobre a pessoa do outro cônjuge quando existe a “ignorância, anterior ao casamento, de defeito físico irremediável, ou de moléstia grave”. E justamente partindo desta premissa que a advogada pleiteia agora a anulação do casamento e uma indenização de R$ 200 mil pelos dois anos de namoro e 11 meses de casamento.
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