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Dada como morta, idosa apresenta sinais vitais em velório e é levada de volta ao hospital

De volta ao hospital, que cerca de 8 horas havia confirmado o seu óbito, dona Caluzinha foi atestada como viva.

11/10/2021 às 05h25 Atualizada em 11/10/2021 às 05h38
Por: Redação Fonte: Região em foco
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Foto: Divulgação
Foto: Divulgação
A idosa Carolina Lopes de Almeida, 93 anos, a dona Caluzinha, dada como morta, apresentou sinais vitais durante o velório, assustando a todos que estavam na cerimônia. O caso inusitado ocorreu em Guiratinga, Mato Grosso.
 
A confusão começou por volta das 07h20, quando sua morte foi anunciada, logo correu pela cidade, parentes foram avisados e cerca de duas horas depois começou o velório, no salão da igreja. Mas, cerca de 8 horas após o início da despedida, a idosa apresentou sinais vitais e foi levada de volta ao hospital, ainda dentro do caixão.
 
Tudo veio à tona após o artista nacional, nascido em Guiratinga, Ataíde Arcoverde contar nas redes sociais o fato inusitado acontecido no município do Sul de Mato Grosso e que deixou a todos perplexos.
 
Ele narra em vídeo que os parentes de dona Caluzinha sentiram, no período da tarde durante o velório, o seu corpo quente, mas acharam que era por conta da alta temperatura. Então, sem qualquer alarde, uma parente chamou outra, que havia ido de Cuiabá para a despedida, que também observou sinal de vida. Em seguida, procuraram um médico que foi até ao local junto com uma enfermeira. Para surpresa e consternação de todos, o médico examinou e constatou que a mulher estava viva.
 
De volta ao hospital, que cerca de 8 horas havia confirmado o seu óbito, dona Caluzinha foi atestada como viva. Várias manobras médicas foram utilizadas e só por volta das 19h00 de sexta-feira, ela faleceu.
 
A idosa, muito conhecida em Guiratinga, foi enterrada neste sábado (9). Os familiares e amigos consternados com a morte vivem um momento duplamente de dor e lastimam pelo o ocorrido.
 
Em um primeiro momento, os parentes de dona Caluzinha quando observaram o seu corpo quente, preferiram procurar a ajuda de profissional, mas a chegada do médico e a retirada da idosa dada como morte, levada no caixão, para o hospital deixaram todos em polvorosa.
 
 
Católica, dona Caluzinha sofria de Alzheimer há cerca de 20 anos. Tinha uma saúde debilitada, porém era muito bem cuidada pela família. Em Guiratinga, desde ontem não há outro assunto senão o fato da idosa não ter morrido.
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