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POLÍCIA Feminicídio

Polícia Civil muda linha de investigação e trata morte de técnica de enfermagem como feminicídio

Confira a entrevista com Kátia Machado, irmã de Maria Mônica.

21/10/2021 às 05h41 Atualizada em 21/10/2021 às 05h46
Por: Redação Fonte: OBemdito
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Foto: Divulgação Samu
Foto: Divulgação Samu

Kátia Machado estava extremamente emocionada quando conversou com a equipe de OBemdito nesta semana. A emoção é decorrente da morte da irmã Maria Mônica Cajueiro, no dia 13 de setembro, em Perobal. A mulher foi encontrada sem vida no interior da casa em que residia.

A princípio a morte era tratada como suicídio. No entanto, a situação mudou.

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O caso está sob investigação da Polícia Civil (PC) e as diligências tomaram outros rumos após familiares levarem informações sobre um possível feminicídio. De acordo com familiares, Maria Mônica não seria capaz de tirar a própria e foi morta pelo companheiro, conforme relatou sua irmã, Kátia.

Maria Mônica e o esposo trabalhavam no Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu) na base de Cafezal do Sul e residiam em Perobal.

De acordo com familiares, o marido de Maria Mônica (que é o principal suspeito) não está mais na região. Ele teria viajado com o filho para o Nordeste três dias após a morte da técnica em enfermagem.

O delegado responsável pelo inquérito Gabriel Menezes informou que o caso está sob investigação, porém, não repassou detalhes. Segundo o delegado, ele não irá se pronunciar no momento sobre a situação e nem sobre quais os próximos procedimentos a serem adotados.

A família clama por justiça e que o responsável pague pelo crime.

Assista a abaixo a entrevista com Kátia Machado:

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