
O segundo turno das Eleições 2026 será realizado no domingo, 25 de outubro, e terá menos opções de voto do que o primeiro turno.

A combinação de cargos e consultas populares dependerá do estado ou município onde o eleitor estiver registrado.
De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), há cinco cenários possíveis de votação. Confira como funcionará cada um.
Na maioria das localidades, sem disputa estadual ou municipal adicional e sem plebiscito, o eleitor votará apenas para presidente da República, digitando dois números na urna eletrônica.
No Acre, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Tocantins, haverá votação para governador e presidente.
Nesses locais, a ordem será primeiro governador e depois presidente. Para cada cargo, o eleitor deverá digitar dois números.
Seis municípios terão eleição suplementar para prefeito junto com a votação presidencial:
Nesses municípios, os eleitores votarão para prefeito e presidente, utilizando dois números para cada escolha.
Em Itaguaí (RJ) e Goiatins (TO), a urna terá três votações: prefeito, governador e presidente, nessa ordem. Cada cargo terá uma opção de voto com dois números.
Em algumas cidades, além de escolher o presidente, os eleitores deverão responder a uma consulta popular sobre limites territoriais.
As consultas estão previstas para:
Nesses locais, o eleitor votará primeiro para presidente e depois responderá à pergunta apresentada na urna.
A votação está marcada para das 8h às 17h, pelo horário de Brasília, conforme o calendário eleitoral. Nos locais com fuso horário diferente, deve-se observar o horário local definido pela Justiça Eleitoral para garantir a correspondência com o horário nacional.
Quem estava apto a votar no primeiro turno, mas não compareceu, poderá votar no segundo turno se estiver em situação regular com a Justiça Eleitoral. Cada turno é considerado uma eleição independente, e a ausência anterior continua sujeita à justificativa ou às consequências previstas na legislação.
Mesmo com menos escolhas, a Justiça Eleitoral recomenda que os eleitores levem uma colinha eleitoral em papel, com os números das candidaturas escolhidas. A anotação ajuda a lembrar a sequência de votação e facilita o uso da urna eletrônica.
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